A vida floresce
com saúde mental
Atendimento para adultos que querem entender suas emoções, transformar padrões que se repetem e desenvolver mais autonomia na própria vida.
- Atendimento presencial em Florianópolis
- Atendimento online para Brasileiros em qualquer lugar do mundo
Talvez você esteja passando por algo assim...
Em muitos momentos da vida, percebemos que algo dentro de nós pede atenção.
Pode ser ansiedade, conflitos nos relacionamentos, dificuldade em lidar com emoções intensas, ou a sensação de estar repetindo padrões difíceis de mudar.
Às vezes não existe um problema específico. Apenas a percepção de que algo precisa ser compreendido com mais profundidade.
A psicoterapia é um espaço para investigar essas questões com cuidado, presença e reflexão.
O processo psicoterapêutico
É um caminho de investigação sobre si mesmo. Por meio do diálogo, da reflexão e de técnicas específicas, buscamos acessar emoções, compreender padrões de pensamento e identificar dinâmicas relacionais que se repetem ao longo da vida.
Ao longo do processo, muitas experiências podem ser ressignificadas — permitindo novas formas de lidar com situações, emoções e relações.
A terapia não busca respostas prontas, mas sim ampliar a compreensão sobre si mesmo e favorecer o desenvolvimento de maior autonomia emocional.
Um espaço seguro para olhar questões profundas
Na prática clínica, muitas pessoas chegam trazendo experiências difíceis de elaborar sozinhas. Conflitos internos, crises pessoais, situações emocionalmente intensas ou momentos de grande transformação na vida.
Meu trabalho busca oferecer um espaço de escuta qualificada, presença e reflexão — onde seja possível olhar para essas questões com cuidado e profundidade.
A psicoterapia se torna, assim, um processo de investigação sobre a própria experiência emocional e sobre a forma como nos relacionamos conosco, com os outros e com o mundo.
Sobre mim
Me chamo João Lucas Xavier Schüler e atuo como psicólogo clínico, realizando atendimento psicoterápico individual para jovens adultos, adultos e idosos.
Além da formação em psicologia, minha trajetória profissional inclui experiências em empreendedorismo e atuação em diferentes contextos profissionais. Essa vivência amplia minha compreensão sobre a complexidade da experiência humana.
Na prática clínica, trabalho integrando diferentes abordagens da psicologia, com foco especial na compreensão das emoções, nos padrões relacionais e no desenvolvimento da autonomia emocional. Também atuo como docente em cursos de pós-graduação e realizo supervisão de casos clínicos.
Minha trajetória
Como funciona a terapia
A psicoterapia é um processo construído gradualmente, respeitando o ritmo e a história de cada pessoa.
As sessões têm duração média de 50 minutos e podem acontecer de forma presencial ou online.
A frequência pode ser semanal ou quinzenal, sendo geralmente recomendado o início com encontros semanais.
Compreensão das emoções
Identificação de padrões de pensamento e comportamento
Reflexão sobre experiências de vida
Ressignificação de vivências
Desenvolvimento de novas formas de relação consigo mesmo e com os outros
Primeira conversa
Antes do início da psicoterapia, ofereço uma breve conversa inicial de aproximadamente 15 minutos.
Esse momento permite que possamos nos conhecer, compreender brevemente a sua demanda e avaliar se a psicoterapia pode ser um caminho adequado para você. Caso haja interesse, combinamos juntos os próximos passos.
Como posso lhe ajudar
Psicoterapia individual
Supervisão clínica
Palestras
Curso: Saúde Mental e Espiritualidade
O que dizem sobre o meu trabalho
O João enquanto psicólogo é atento, solicito, auxilia a criar a autonomia e indepenência. Tem sido uma experiência muito enriquecedora fazer terapia com ele, sempre muito cuidadoso com as palavras, sábios questionamentos e construção de diálogo.
K.M.
Profissional de altíssima qualidade.
O trabalho realizado nas sessões é muito sério e transformador. Se você busca um psicólogo comprometido e que realmente te ajuda a enxergar novas perspectivas, o João é a escolha certa. Nota 5 estrelas com certeza.
F.M.
Fui acompanhada pelo João por muitos anos e, desde a nossa primeira consulta, ele me trouxe uma sensação de acolhimento que fez toda a diferença. Com muita sensibilidade, me ajudou a olhar com mais cuidado para minhas dores e a me permitir acessar partes difíceis, sempre com segurança e respeito.
J.G.
O João é um psicólogo incrível! Me ajudou muito! Super indico o trabalho deste profissional dedicado!
S.S.
Profissional de altíssima qualidade.
O trabalho realizado nas sessões é muito sério e transformador. Se você busca um psicólogo comprometido e que realmente te ajuda a enxergar novas perspectivas, o João é a escolha certa. Nota 5 estrelas com certeza.
F.M.
Perguntas frequentes
Como funciona a terapia cognitivo-comportamental na prática?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) não é uma técnica única, mas um guarda-chuva teórico que reúne diferentes abordagens unidas por um princípio comum: a forma como pensamos, sentimos e agimos está interligada, e é possível intervir clinicamente nessa relação para produzir mudança.
Dentro desse guarda-chuva, utilizo principalmente duas vertentes contextuais — que se diferenciam da TCC tradicional por não buscarem apenas “corrigir pensamentos distorcidos”, mas trabalhar a relação da pessoa com sua própria experiência interna:
Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) , desenvolvida por Steven Hayes, Kelly Wilson e Kirk Strosahl, propõe que o sofrimento muitas vezes cresce não pelo conteúdo dos pensamentos e emoções difíceis, mas pela luta constante para evitá-los ou controlá-los. Na prática, isso significa trabalhar flexibilidade psicológica: aprender a fazer espaço para experiências desconfortáveis sem que elas paralisem a pessoa, ao mesmo tempo em que se constroem ações alinhadas aos valores que ela quer viver.
Terapia do Esquema , desenvolvida por Jeffrey Young, parte da ideia de que padrões emocionais e relacionais repetitivos — os chamados esquemas — costumam se originar em necessidades não atendidas na infância e continuam moldando escolhas na vida adulta, muitas vezes fora da consciência. Na prática, o trabalho envolve identificar esses padrões, entender sua origem e, progressivamente, desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com o outro.
No consultório, isso se traduz em sessões que combinam escuta ativa, identificação de padrões (de pensamento, emoção e comportamento) e experimentação de novas formas de lidar com situações que antes geravam sofrimento — sempre no ritmo e na linguagem de cada paciente.
1.1) Como funciona a Terapia Relacional Sistêmica na prática?
A Terapia Relacional Sistêmica parte de um pressuposto central: ninguém sofre isoladamente. Somos moldados — e moldamos — os sistemas de relações em que estamos inseridos: família, casal, trabalho, amizades, vínculos significativos ao longo da vida.
Na prática clínica, isso significa que, além de olhar para a experiência individual do paciente, investigo os padrões de interação, comunicação e papéis que se repetem em suas relações mais importantes. Muitas vezes, um sofrimento que parece “só do indivíduo” está sendo sustentado por dinâmicas relacionais que se repetem — e que a própria pessoa não consegue enxergar de dentro do sistema.
O trabalho terapêutico, então, não se limita a mudar pensamentos ou comportamentos isolados: busca também compreender e transformar a forma como o paciente se posiciona e se relaciona dentro dos sistemas que fazem parte da sua vida, o que costuma gerar mudanças mais duradouras.
Como é a espiritualidade integrada na prática clínica?
A espiritualidade pode ser uma dimensão importante da experiência humana, e para muitos pacientes ela está diretamente ligada a como compreendem sofrimento, sentido e propósito. Ignorá-la por completo, quando ela é relevante para a pessoa, seria deixar de fora uma parte real de sua vivência.
Ao mesmo tempo, essa integração segue critérios éticos claros:
A pauta é sempre do paciente, nunca do terapeuta . Não há indução, sugestão ou direcionamento para nenhuma crença, tradição ou prática espiritual específica. O trabalho parte do que a pessoa já traz — sua história, seus valores e sua forma de se relacionar (ou não) com o espiritual.
A espiritualidade é tratada como conteúdo clínico, não como verdade a ser validada ou refutada. O interesse terapêutico está em como essas crenças e experiências afetam a vida emocional, os vínculos e o funcionamento da pessoa — não em julgar seu conteúdo metafísico.
Experiências espirituais não precisam ser automaticamente entendidas como psicopatologia. A clínica contemporânea dispõe de critérios de diagnóstico diferencial que permitem distinguir, quando necessário, uma experiência espiritual de um quadro psicopatológico. Fora dos casos em que há de fato um diagnóstico envolvido, essas experiências podem ser plenamente funcionais e saudáveis — o que determina isso não é o conteúdo da experiência em si, mas a relação que o paciente estabelece com ela: se ela integra, dá sentido e fortalece o funcionamento da pessoa, ou se produz sofrimento, desorganização e prejuízo.
Segue-se o Código de Ética Profissional do Psicólogo , que resguarda a neutralidade quanto a convicções religiosas, filosóficas e morais do paciente, vedando qualquer imposição de valores pessoais do profissional.
Na prática, isso significa que a espiritualidade entra na sessão quando ela é significativa para o paciente — como recurso de enfrentamento, como fonte de conflito interno, ou como parte de sua busca por sentido — e é trabalhada com o mesmo rigor clínico aplicado a qualquer outro conteúdo, sem imposição de crença, sem patologização automática, e sem neutralidade forçada diante do que é genuinamente importante para quem está sendo atendido.
Por que uma abordagem integrativa, e não uma única linha teórica?
Acredito que nenhuma linha teórica isolada dá conta da complexidade humana. Cada pessoa chega à terapia com uma configuração única de padrões de pensamento, história relacional, contexto de vida e, para muitos, uma dimensão de sentido e espiritualidade que também faz parte de quem ela é. Reduzir esse conjunto a uma única lente teórica significa, inevitavelmente, deixar partes importantes da experiência do paciente de fora.
Por isso, minha prática integra diferentes perspectivas, cada uma respondendo a uma dimensão distinta do sofrimento e do funcionamento humano:
Da Terapia Cognitivo-Comportamental, em suas vertentes contextuais — ACT e Terapia do Esquema —, vem o trabalho com a relação da pessoa com sua própria experiência interna: como ela lida com pensamentos e emoções difíceis, e como padrões formados desde cedo continuam moldando suas escolhas.
Da Terapia Relacional Sistêmica, vem o entendimento de que ninguém sofre isoladamente: os padrões de interação nas relações mais significativas do paciente sustentam — ou dificultam — as mudanças que ele busca.
Quando relevante para o paciente, a dimensão espiritual e filosófica de sua experiência também é considerada, sempre a partir da pauta trazida por ele, sem indução de crenças e com o cuidado clínico de diferenciar, quando necessário, uma experiência espiritual saudável de uma questão psicopatológica.
Essa integração não é ecletismo sem critério: cada recurso técnico é escolhido com base em evidência científica e na formulação clínica do caso — nunca por preferência pessoal do terapeuta. O que une essas abordagens é um compromisso comum: colocar teoria e técnica a serviço de dois eixos centrais do sofrimento (e do florescimento) humano — a regulação emocional e os padrões relacionais — respeitando, em todo o processo, a singularidade, a história e os valores de quem está sendo atendido.
Terapia online funciona tão bem quanto presencial?
Sim. A literatura científica atual mostra que a psicoterapia online tem eficácia equivalente à presencial para a grande maioria das demandas clínicas, incluindo ansiedade, depressão, questões relacionais e processos de autoconhecimento. O que sustenta o resultado terapêutico não é o ambiente físico da sessão, mas a qualidade do vínculo entre terapeuta e paciente, e a consistência do processo — elementos plenamente possíveis de se construir em atendimento online.
Na prática, a modalidade online oferece ainda vantagens de acesso: elimina deslocamento, amplia a possibilidade de encontrar um profissional alinhado ao seu perfil (e não apenas o mais próximo geograficamente), e para muitas pessoas o próprio ambiente familiar da sessão favorece uma sensação maior de segurança.
A escolha entre online e presencial, portanto, é mais uma questão de preferência e praticidade pessoal do que de eficácia terapêutica — ambas as modalidades, quando bem conduzidas, produzem resultados igualmente consistentes.
O sigilo profissional é garantido? O que fica só entre nós?
Sim. O sigilo profissional é um dos pilares éticos da profissão, previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo, e não uma cortesia opcional. Tudo o que é dito em sessão — histórias, valores, crenças, experiências pessoais, incluindo temas espirituais ou existenciais — permanece estritamente confidencial.
Essa confidencialidade só pode ser rompida em situações excepcionais previstas por lei, como risco iminente de vida (para o próprio paciente ou terceiros) ou determinação judicial. Fora desses casos específicos, nenhuma informação é compartilhada com familiares, empregadores ou qualquer outra pessoa sem autorização expressa do paciente.
Esse sigilo é o que sustenta a confiança necessária para que o processo terapêutico funcione: você pode trazer para a sessão aquilo que talvez não converse com mais ninguém, sabendo que esse espaço é protegido.
Como sei se preciso de terapia?
Essa é uma das dúvidas mais comuns — e também uma das mais desnecessárias. Não existe um “nível mínimo de sofrimento” para justificar buscar terapia. Muitas pessoas adiam o processo por acharem que sua questão “não é grave o suficiente”, comparando sua dor com a de outras pessoas ou esperando uma crise para agir.
Na prática, a terapia é útil em contextos muito diferentes: desde momentos de sofrimento mais intenso (ansiedade, luto, crises relacionais) até processos de autoconhecimento, tomada de decisão, transições de vida ou simplesmente o desejo de entender melhor os próprios padrões de pensamento e comportamento. Alguns sinais que costumam indicar que vale a pena buscar apoio: sensação recorrente de estar “travado” em determinada questão, padrões que se repetem nas relações sem que você entenda por quê, dificuldade de lidar com emoções específicas, ou simplesmente a sensação de que conversar com alguém qualificado ajudaria a organizar o que você está vivendo.
Se a dúvida persiste, a própria primeira sessão pode ser usada para isso: entender junto se a terapia é o caminho adequado para o momento que você está vivendo.